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    <title>Dois Contra Dois - Últimos Posts</title>
    <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts.php</link>
    <description>Acompanhe os últimos posts do programa Dois Contra Dois!</description>
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      <title>27/07/2010 19:02 | Segundo seminário 2 Contra 2</title>
      <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts-ver.php?idPost=58</link>
      <description>&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/INAM3bte29E</description>
    </item>
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      <title>27/07/2010 16:37 | Segundo seminário 2 Contra 2</title>
      <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts-ver.php?idPost=57</link>
      <description>http://www.youtube.com/watch?v=INAM3bte29E</description>
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      <title>22/07/2010 10:32 | Tudo o que é ruim é bom pra você</title>
      <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts-ver.php?idPost=55</link>
      <description>Do blog de Rogério Christofoletti:&#13;
(http://monitorando.wordpress.com/2010/07/21/games-e-tv-tudo-o-que-e-ruim-e-bom-pra-voce/)&#13;
Games e tv: tudo o que é ruim é bom pra você&#13;
É com essa afirmação provocativa que um dos caras mais antenados e inteligentes da atualidade chacoalha o nosso senso comum. Steven Johnson tem três filhos, 42 anos, e está baseado no Departamento de Jornalismo da New York University. E a sua provocação neste livro é esta: a cultura de massa que costumamos culpar pela idiotia massiva não imbeciliza ninguém. Pelo contrário: games, TV, internet e cinema têm feito com que fiquemos mais inteligentes nas últimas décadas!</description>
    </item>
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      <title>08/07/2010 15:08 | Colaboração: tv e nazismo</title>
      <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts-ver.php?idPost=54</link>
      <description>Na página 90 de Sobre a televisão, Pierre Bourdieu pega pesado:&#13;
Objetar-se-á que colaborar com a mídia não é de modo algum a mesma coisa que colaborar com o inimigo nazista (...) Mas, do ponto de vista dos fatores que inclinam à colaboração, entendida como submissão incondicional a restrições destruidoras das normas dos campos autônomos, a correspondência é notória.&#13;
O assunto é colaboração, tratado com inteligência nas páginas anteriores, reforçando a tese de que o campo jornalístico interfere e muito nos demais campos da produção cultural. A resistência à colaboração seria, então, uma maneira de proteger a autonomia dos campos.&#13;
Comparar, no entanto, colaboração com a TV com colaboração nazista é um exagero. É citar o nome do demônio (ou de Hitler) em vão. Interferência impositiva significa anti-democracia na maior parte das vezes e pode ser comparada a qualquer tipo de autoritarismo. Por que escolher o nazismo? Não é mergulhar a tese no extremo para cooptar simpatizantes, ou seja, ele não está se valendo de um argumento apelativo, incendiado de paixões? A escolha proposital de Bourdieu revela como podem ser inócuas as críticas radicais ao meio televisivo, já que tendem a ser tão autoritárias quanto o objeto criticado.</description>
    </item>
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      <title>06/07/2010 16:19 | Jornalismo em questão</title>
      <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts-ver.php?idPost=53</link>
      <description>Coloco abaixo o diálogo com a internauta Fabiane Cancian. Pensar junto é muito mais legal.&#13;
Oi, Fabio! Tudo bem?Não imaginei que fosse receber um retorno tão detalhado sobre o comentário! Que legal isso!Eu fiquei sabendo do "2contra2" por uma lista de e-mails institucional da faculdade, não sabia direito como seria, fiquei bastante surpresa! Foi tudo muito bacana!Eu estava escrevendo o e-mail sobre a alienação quando a mediadora fez a colocação, foi bom ter um esclarecimento nesse sentido.Obrigada pela citação de Bourdieu, eu realmente fiquei intrigada com essa questão da polêmica e do sensacionalismo. Na verdade, é uma inquietação mais intuitiva e de observações de senso comum do que baseada numa reflexão propriamente envolvida com estudos da área. Eu realmente tinha essa impressão de televisão - ou, especificando melhor, de jornalismo - que "quer ver o circo pegar fogo". Aliás, é muito interessante isso do jornalista que põe em evidência uma notícia pra depois denunciar os que colocam lenha na fogueira que eles próprios acenderam. Eu lembrei em particular de dois programas televisivos que fazem isso s-e-m-p-r-e: Datena e Márcia. Eles mostram um caso, com detalhes, fotos, e passam, repassam, ficam fazendo aquele drama... e depois maldizem os que não dão paz aos envolvidos, os que ficam fazendo a família reviver a dor e etc... Muito interessante! Um tempo atrás, vi a mãe da Isabela Nardoni ser entrevista pela Luciana Gimenez no programa dela. Uma das primeiras coisas que a apresentadora disse pra entrevista foi que "não sabia como ela aguentava passar por tudo isso"... E, ainda assim, ficou mostrando as fotos da Isabela e recontando a história e etc e tal... Quer dizer, me parece ser um exemplo do que o Bourdieu sintetiza nesse caso de reclamar dos que colocam lenha na fogueira mas, estes que reclamam, terem eles próprios acendido o fogo. Muito interessante. Sobre Bourdieu e intelectualismo... eu não conheço a obra pra poder dar minha opin ião, mas, ouvindo vocês, fiquei convencida por essa noção do "grito de raiva".Bom, estarei a postos para o próximo seminário. Mas vou comentar por e-mail mesmo - eu não tenho intimidade com TV e vídeos, acho que ficaria bastante constrangida se mandasse um vídeo...Obrigada pelo retorno!Até a próxima!Abraços,            Fabiane Cancian.&#13;
&#13;
Em 06/07/2010 13:17, Fabio Andrade Eitelberg &lt; fabioeitelberg@tvcultura.com.br &gt; escreveu:&#13;
&#13;
&#13;
Oi, Fabiane, tudo bem? Gostei muito dos seus comentários.&#13;
 &#13;
Acho que a definição de alienação realmente era essencial e tinha que ser colocada inicialmente pelos dois convidados, já que ela vinha necessariamente vinculada a um certo juízo de valor.&#13;
Eu acho que o sensacionalismo busca choques, também, e não só conforto. Mas nesse ponto tenho que concordar com o Bourdieu, pois é o mau (para não dizer péssimo) jornalismo que acaba influenciando as pessoas. Veja o que ele diz na última parte do texto (págs. 92-93):&#13;
 &#13;
Acontece também que os jornalistas, na falta de manter a distância necessária à reflexão, desempenhem o papel de bombeiro incendiário. Eles podem contribuir para criar o acontecimento, pondo em evidência uma notícia (um assassinato de um jovem francês por um outro jovem igualmente francês mas &ldquo;de origem africana&rdquo;), para em seguida denunciar os que vêm pôr lenha na fogueira que eles próprios acenderam, isto é, a Frente Nacional, que, evidentemente, explora ou tenta explorar a &ldquo;emoção despertada pelo acontecimento&rdquo;, como dizem os próprios jornais que a criaram ao colocá-lo na primeira página, ao repisá-lo no início de todos os jornais televisivos etc.; e que em seguida podem garantir para si uma vantagem de virtude, de bela alma humanista, denunciando com grande clamor e condenando sentenciosamente a inte rvenção racista daquilo que eles contribuíram para produzir e a que continuam a oferecer seus mais belos instrumentos de manipulação.&#13;
 &#13;
Faz muito sentido. Ainda mais para quem já trabalhou em TV e cobriu casos como o da menina Isabela Nardoni.&#13;
 &#13;
Quando ao uso do termo intelectualista, acho que fui eu mesmo quem o empregou. Mas não quis diminuir o valor do que ele disse. O próprio professor Luis Mauro afirmou em determinado momento que Bourdieu tinha uma base teórica muito sólida para se permitir uma crítica sem trabalho de campo e que, se o tivesse feito, provavelmente encontraria elementos inquestionáveis para a sua argumentação. O fato é que o livro é um &ldquo;grito de raiva&rdquo;, como disse o professor Daniel Lins. Bourdieu acaba deixando a emoção vencer a razão, ao meu ver, em alguns momentos (como quando compara a colaboração nazista com quem colabora com a TV).&#13;
 &#13;
Continue participando das discussões. Se quiser mandar uma pergunta em vídeo, também é possível. É só gravar com a webcam e mandar para o meu e-mail ou subir no Youtube e mandar o endereço pra gente.&#13;
 &#13;
Um abraço,&#13;
 FÁBIO EITELBERG &#13;
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      <title>06/07/2010 15:12 | Bombeiro incendiário</title>
      <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts-ver.php?idPost=52</link>
      <description>Um comentário sobre nós, jornalistas: http://blogdoeit.blogspot.com/2010/07/bombeiro-incendiario.html</description>
    </item>
    <item>
      <title>30/06/2010 12:15 | Alienação, palavra não dita por Bourdieu</title>
      <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts-ver.php?idPost=49</link>
      <description>O tema do terceiro debate do programa 2 Contra 2 é "a televisão aliena?". No entanto, não há menção, no pronunciamento de Pierre Bourdieu, a alienação, alienar ou alienante. Ele fala de banalização, do poder que a TV tem de escolher o que vai ser exibido e difundido - o que ele chama de formidável censura -, volta a falar dos fatos-ônibus e da luta pelo índice de audiência. O termo alienação parece ultrapassado para o próprio sociólogo. Mas temos, sem dúvida, o que discutir.</description>
    </item>
    <item>
      <title>29/06/2010 19:25 | \\\\\\\"Não diz que vê, mas vê\\\\\\\"</title>
      <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts-ver.php?idPost=48</link>
      <description>Roberto Marinho costuma dizer:&#13;
- Há certas coisas que você vê e vê com vergonha; não diz que vê, mas vê.&#13;
de Daniel Filho em O Circo Eletrônico - fazendo TV no Brasil</description>
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      <title>25/06/2010 18:00 | Internauta pergunta 3</title>
      <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts-ver.php?idPost=47</link>
      <description>INTERNAUTA PERGUNTA:&#13;
a democracia contribui para a alienação ou não?&#13;
http://www.youtube.com/watch?v=i8Ql4tHsYOY</description>
    </item>
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      <title>25/06/2010 17:59 | Internauta pergunta 2</title>
      <link>http://www.ccje.com.br/2contra2/posts-ver.php?idPost=46</link>
      <description>INTERNAUTA PERGUNTA:&#13;
o problema é a televisão em si ou o que ela representa na sociedade?&#13;
http://www.youtube.com/watch?v=Kew0SiIEcno</description>
    </item>
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